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	<title>Interferência &#187; capao</title>
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		<title>036 &#8211; Laerte</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 13:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 036
Exibido em: 12 de dezembro de 2009
Entrevistado: Laerte Coutinho
Um dos principais quadrinistas brasileiros, estudou comunicações e música na Universidade de São Paulo, porém não se formou nestes cursos.
Começou profissionalmente desenhando o personagem Leão para a revista Sibila em 1970. Durante a década de 70 ele ainda fundou, junto com Luiz Gê a revista Balão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>036</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>12 de dezembro de 2009</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>En</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>trevistado</strong></span><strong>: Laerte Coutinho</strong></p>
<p>Um dos principais quadrinistas brasileiros, estudou comunicações e música na Universidade de São Paulo, porém não se formou nestes cursos.</p>
<p>Começou profissionalmente desenhando o personagem Leão para a revista Sibila em 1970. Durante a década de 70 ele ainda fundou, junto com Luiz Gê a revista Balão e trabalhou nas revistas Banas e Placar. Em 1974 faz seu primeiro trabalho para um jornal, a Gazeta Mercantil.</p>
<p>No mesmo ano começou a produzir material de campanha para o MDB durante as eleições. No ano seguinte trabalhou na produção de cartões de solidariedade no movimento de auxílio aos presos políticos. Em 1978 desenhou histórias do personagem João Ferrador para a publicação do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo.</p>
<p>No fim da década de 80 publicou tiras e histórias em quadrinhos nas revistas Chiclete com Banana (editada por Angeli), Geraldão (editada por Glauco) e Circo, todas da Editora Circo, que mais tarde lançaria sua própria revista (Piratas do Tietê).</p>
<p>Em 1991 a Folha de São Paulo começou a publicar as tiras de Piratas do Tietê. Seus personagens mais conhecidos são Overman, Deus, Piratas do Tietê, Hugo, Gato e Gata e Suriá.</p>
<p>Suas tiras, que são publicadas até hoje, passaram por uma interessante transformação nos últimos anos: Laerte deixa de criar personagens  e passa a desenhar quadrinhos mais &#8220;conceitual&#8221; e reflexivos.</p>
<p>Em conjunto com Angeli e Glauco (e mais tarde Adão Iturrusgarai) desenhou as tiras de Los Três Amigos.</p>
<p>Laerte também atuou como roteirista, tendo colaborado em diversos programas da Globo como TV Pirata, Sai de Baixo, Fantástico e  TV Colosso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span>: Ana Paula Risos</p>
<p><ul id='postTabs_ul_190' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_190' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,190)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_1_190' ><a href='javascript:postTabs_show(1,190)'> Trabalho</a></li>
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<li id='postTabs_li_3_190' ><a href='javascript:postTabs_show(3,190)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_4_190' ><a href='javascript:postTabs_show(4,190)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_190'>
</p>
<p><a href="http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/verbeat.org');" target="_blank">Manual do Minotauro</a></p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_190'>
</p>
<p><img style="border: 0pt none; margin: 0pt; padding: 0pt;" src="http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro/LAERTE-18-04.jpg" alt="http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro/LAERTE-18-04.jpg" width="412" height="122" /></p>
<p><img style="border: 0pt none; margin: 0pt; padding: 0pt;" src="http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro/LAERTE-21-04.jpg" alt="http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro/LAERTE-21-04.jpg" width="421" height="129" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-206" title="laerte_deus_anjo" src="http://interferencia.art.br/wp-content/uploads/2009/11/laerte_deus_anjo.jpg" alt="laerte_deus_anjo" width="426" height="116" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-207" title="tira5" src="http://interferencia.art.br/wp-content/uploads/2009/11/tira5.gif" alt="tira5" width="431" height="161" /></p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_190'>
</p>
<ul>
<li>Piratas do Tietê &#8211; A Saga Completa &#8211; Livros 1, 2 e 3</li>
<li>Overman</li>
<li>Histórias Repentinas</li>
<li>Classificados Vol.1</li>
<li>Classificados Vol.2</li>
<li>Suriá &#8211; A Garota do Circo</li>
<li>Suriá &#8211; Contra o Dono do Circo</li>
<li>Classificados Vol.3</li>
<li>Gatos &#8211; Bigodes ao Léu</li>
<li>Deus</li>
<li>Deus 2</li>
<li>Deus 3 &#8211; A Missão</li>
</ul>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_190'>
</p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be132bc"><a href="http://www.vimeo.com/8033446" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/8033446</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_4_190'>
</p>
<p></p>
</div>

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		<title>035 &#8211; Mano Reco</title>
		<link>http://interferencia.art.br/2009/11/035-mano-reco/</link>
		<comments>http://interferencia.art.br/2009/11/035-mano-reco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 035
Exibido em: 28 de novembro de 2009
Entrevistado: Mano Reco 
Nascido Denison Vertelo, Mano Reco é rapper e já foi membro do Detentos do Rap.
Conheceu o grupo por meio de uma amiga que visitava o Carandiru e chegou a gravar 7 fonogramas, sendo o mais famoso &#8220;Quebrando as algemas do preconceito&#8221;.
Em 2005, Reco fez um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>035</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>28 de novembro de 2009</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>En</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>trevistado</strong></span><strong>: Mano Reco</strong><strong> </strong></p>
<p>Nascido Denison Vertelo, Mano Reco é rapper e já foi membro do Detentos do Rap.</p>
<p>Conheceu o grupo por meio de uma amiga que visitava o Carandiru e chegou a gravar 7 fonogramas, sendo o mais famoso &#8220;Quebrando as algemas do preconceito&#8221;.</p>
<p>Em 2005, Reco fez um curso de Teologia, para escrever coisas novas para os Detentos do Rap e em 2006 a partir daí converteu-se e passou a seguir carreira solo, como rapper gospel.</p>
<p>Antes de ser conhecido pelo seu trabalho, atuou como DJ e vocal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span>: Gilmar “Casulo”</p>
<p><ul id='postTabs_ul_186' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_186' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,186)'> Trabalho</a></li>
<li id='postTabs_li_1_186' ><a href='javascript:postTabs_show(1,186)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_2_186' ><a href='javascript:postTabs_show(2,186)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_186'>
</p>
<p><strong>Detentos do RAP</strong></p>
<p>1997 &#8211; &#8220;Apologia ao crime&#8221;</p>
<p>2000 &#8211;  &#8221;O pesadelo continua</p>
<p>2002 &#8211;  &#8221;Quebrando as algemas do preconceito&#8221;,</p>
<p>2003 – CD Dententos do Rap ao vivo</p>
<p>2004 &#8211; &#8220;Amor só de mãe o resto puro ódio&#8221;.</p>
<p><strong>Carreira Solo</strong></p>
<p>2007 &#8211; &#8220;A verdade dói mas liberta&#8221;</p>
<p>2009 &#8211; DVD duplo &#8220;Cada luz uma história&#8221;.</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_186'>
</p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be19c78"><a href="http://www.vimeo.com/7838236" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/7838236</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_186'>
</p>
<p></p>
</div>

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		</item>
		<item>
		<title>034 &#8211; Edvaldo Santana</title>
		<link>http://interferencia.art.br/2009/11/034-edvaldo-santana/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 034
Exibido em: 14 de novembro de 2009
Entrevistado: Edvaldo Santana

Nascido e criado em São Miguel Paulista, periferia de São Paulo, Edvaldo Santana  tocou seus primeiros acordes no velho violão do pai, no final da década de 60. Já naquela época tinha um vasto leque de  influências como Jackson do Pandeiro,  Torquato Neto e Hendrix.
A partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>034</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>14 de novembro de 2009</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>En</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>trevistado</strong></span><strong>: Edvaldo Santana</strong><strong><br />
</strong></p>
<p>Nascido e criado em São Miguel Paulista, periferia de São Paulo, Edvaldo Santana  tocou seus primeiros acordes no velho violão do pai, no final da década de 60. Já naquela época tinha um vasto leque de  influências como Jackson do Pandeiro,  Torquato Neto e Hendrix.</p>
<p>A partir daí, Edvaldo participa de vários festivais estudantis e cria seu primeiro grupo, o Caaxió.  Em meados da década de 70, o grupo consegue um contrato com a gravadora Top-Tap que impõe a condição de substituírem o nome do grupo que passa a chamar-se Matéria Prima.</p>
<p>Um ano antes da gravação do primeiro disco do Matéria Prima, Edvaldo conhece Tom Zé que os convida para acompanhá-lo em alguns shows. O músico destaca esta fase de convivência com Tom Zé como muito importante para sua formação.</p>
<p>Com o fim da banda em 1986, sai em carreira solo e  desde então vem realizando parcerias com artistas como Ademir Assunção, Haroldo de Campos e Arnaldo Antunes, Osvaldinho do Acordeon, Fernando Deluque, Bocato dentre outros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span>: Márcio Batista</p>
<p><ul id='postTabs_ul_176' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_176' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,176)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_1_176' ><a href='javascript:postTabs_show(1,176)'> Discografia</a></li>
<li id='postTabs_li_2_176' ><a href='javascript:postTabs_show(2,176)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_3_176' ><a href='javascript:postTabs_show(3,176)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_176'>
</p>
<p><a href="http://www.edvaldosantana.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.edvaldosantana.com.br');" target="_blank">Edvaldo Santana</a><a href="http://www.gibiraro.com.br/"><br />
</a></p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_176'>
</p>
<p><strong>* Carreira Solo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>200 6 – Reserva de Alegria</p>
<p>2004 – Amor de Periferia</p>
<p>2000 – Edvaldo Santana</p>
<p>1995 – Tá Assustado?</p>
<p>1993 – Lobo Solitário</p>
<p>* <strong>Matéria-Prima</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>1982 – Matéria Prima</p>
<p>1978 – Entranhas do Horizonte</p>
<p>1976 – Matéria Prima</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_176'>
</p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be1f57b"><a href="http://www.vimeo.com/7571243" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/7571243</a></p>
</div>
<p>Música Inédita: &#8220;O Amor é de graça&#8221;</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be1f5e6"><a href="http://www.vimeo.com/7572585" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/7572585</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_176'>
</p>
<p></p>
</div>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>031 &#8211; Marcelino Freire</title>
		<link>http://interferencia.art.br/2009/10/031-marcelino-freire/</link>
		<comments>http://interferencia.art.br/2009/10/031-marcelino-freire/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marcelino]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa: 031
Exibido em: 03 de outubro de 2009
Entrevistado: Marcelino Freire

Nascido na cidade de Sertânia, alto sertão de Pernambuco, Marcelino Freire é escritor, criador e curador de vários eventos literários e blogueiro convicto.
Alguns de seus contos foram adaptados para teatro, TV e para o cinema. Além disso, foram publicados em revistas e jornais no México, França, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>031</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>03 de outubro de 2009</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>En</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>trevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Marcelino Freire<br />
</strong></p>
<p>Nascido na cidade de Sertânia, alto sertão de Pernambuco, Marcelino Freire é escritor, criador e curador de vários eventos literários e blogueiro convicto.</p>
<p>Alguns de seus contos foram adaptados para teatro, TV e para o cinema. Além disso, foram publicados em revistas e jornais no México, França, Estados Unidos e Itália.</p>
<p>Editou, ao lado de Nelson de Oliveira, a revista de prosa &#8220;PS:SP&#8221;, lançada, em número único, no ano de 2003 e participou de antologias nacionais como &#8220;Geração 90 &#8211; Manuscritos de Computador&#8221; (2001) e &#8220;Os Transgressores&#8221; (2003) e antologias internacionais, como a &#8220;Putas&#8221;, lançada em Portugal (2002) e &#8220;Terriblemente Felices&#8221;, lançada na Argentina (2007).</p>
<p>Em 2004, idealizou e organizou a antologia &#8220;Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século&#8221;, reunindo 100 autores, como Dalton Trevisan, Millôr Fernandes, Marçal Aquino, Raimundo Carrero, João Gilberto Noll, em microcontos inéditos de até 50 letras. Ainda em 2004, foi responsável pela &#8220;Série Paralelepípedos&#8221;, em que autores de cada uma das 27 capitais brasileiras apresentam, para o público infantil e adolescente, a cidade em que nasceram ou onde vivem.</p>
<p>Em 2006 ganhou o prêmio Jabuti de Literatura pela obra “Contos Negreiros.”</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span>: Elizandra Souza</p>
<p><ul id='postTabs_ul_148' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_148' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,148)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_1_148' ><a href='javascript:postTabs_show(1,148)'> Livros</a></li>
<li id='postTabs_li_2_148' ><a href='javascript:postTabs_show(2,148)'> Textos</a></li>
<li id='postTabs_li_3_148' ><a href='javascript:postTabs_show(3,148)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_4_148' ><a href='javascript:postTabs_show(4,148)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_148'>
</p>
<p><a href="http://www.eraodito.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.eraodito.blogspot.com');">eraOdito</a></p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_148'>
</p>
<ul>
<li>2000 &#8211; Angu de Sangue</li>
<li>1998 &#8211; 2002 &#8211; eraOdito</li>
<li>2003 &#8211; BaléRalé</li>
<li>2005 &#8211; Contos Negreiros</li>
<li>2008 &#8211; RASIF &#8211; Mar que arrebenta</li>
</ul>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_148'>
</p>
<p><span style="font-family: trebuchet MS,verdana,arial;"><strong><span style="font-size: medium;">HOMO                ERECTUS</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet MS,verdana,arial; font-size: small;">Sabe o Homem                que encontraram no gelo? Encontraram no gelo da Prússia?                Enrolado? Os arqueólogos encontraram no gelo gelado da Prússia?                Perto das colinas calcáreas da Prússia? O Homem feito                um feto gelado, com sua vara de pesca? Sabe o Homem que encontraram?                Com seu machado de pedra? O Homem que tinha cabeleira intacta? A                arcada dentária? O Homem meio macaco? Funerário? Fossilizado                na encosta que o engoliu? No tempo perdido? Você viu? Tetravô                dos mamíferos do Brasil? O Homem vestígio? O Homem                engolido pela terra primitiva? Da Era Quaternária, não                sei? Secundária? Que caçava avestruz sem plumas? Caçava                o cervo turfeiras? Javali e mastedonte? Ia aos mares fisgar celacanto?                Rinoceronte? Sabe deste Homem? Irmão do Homem de Piltdown?                Primo do Homem de Neandertal? Do velho Cro-Magnon? Do Homem de Mauer?                Dos Incas, até? Dos Filhos do Sol? Das tribos da Guiné?                O Homem de 100 mil anos antes de nossa era? Ou mais? Um milhão                de eras? Homem com mandíbula de chimpanzé? Parecido                o mais terrível dos répteis carnívoros do Cretáceo?                Um mistério maior que este mistério? Navegador de                jacaré? Não sabe? Homem desenterrado por acaso? Pelos                viajantes, por acaso? Pela Paleontologia, não sabe? Visto                nas costelas frias da Prússia, repito? Prússia renana,                vá saber lá o que é isso? O Homem ressuscitado,                você viu na TV? De ossos miúdos? Esmiuçados?                Abertos para estudo? À visitação nos museus                americanos? Como uma múmia sem roupa? Quase? Flagrada como                se estivesse dormindo nas profundezas do mundo oceânico? O                Homem embrionário? Das origens cavernosas da Humanidade?                Sabe este Homem, não sabe? Pintado nas cavernas da Dordonha?                Mesolítico? Nômade? Perdido? Este Homem dava o cu para                outros homens. E ninguém, até então, tinha                nada a ver com isso.</span></p>
<p>(Extraído da obra &#8220;BaléRalé&#8221;)</p>
<p></div>

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</p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
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<p></p>
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		<title>021 &#8211; André Pirovani</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 10:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pirovani]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa: 021
Exibido em: 09 de maio de 2009

Entrevistado: André Pirovani

 


Cidadão, que não leva a alcunha de famoso. Capixaba, veio para São Paulo na adolescência em busca de trabalho. Trabalha em uma gráfica e, dono de uma língua ferina, não mede as palavras para falar de religião, migração e discriminação social.
Participação: Sérgio Vaz

 Extras
 Comentários




Entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>021</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>09 de maio de 2009<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>André Pirovani<br />
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<p>Cidadão, que não leva a alcunha de famoso. Capixaba, veio para São Paulo na adolescência em busca de trabalho. Trabalha em uma gráfica e, dono de uma língua ferina, não mede as palavras para falar de religião, migração e discriminação social.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span><strong>: Sérgio Vaz</strong></p>
<p><strong><ul id='postTabs_ul_92' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_92' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,92)'> Extras</a></li>
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</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
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		<title>020 &#8211; Contardo Calligaris</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 18:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lia Garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 020
Exibido em: 25 de abril de 2009

Entrevistado: Contardo Calligaris

 


 Contardo Calligaris é psicanalista, doutor em psicologia clínica e colunista da Folha de São Paulo. Italiano, hoje vive e clinica entre Nova York e São Paulo. Fez seu doutorado em Psicologia Clínica pela Universida da Provença, na França, onde defendeu a tese &#8220;A Paixão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>020</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>25 de abril de 2009<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Contardo Calligaris<br />
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<p><![endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Contardo Calligaris</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> é psicanalista, doutor em psicologia clínica e colunista da<strong> </strong>Folha de São Paulo<strong>.</strong> Italiano, hoje vive e clinica entre Nova York e São Paulo. Fez seu doutorado em Psicologia Clínica pela Universida da Provença, na França, onde defendeu a tese &#8220;A Paixão de Ser Instrumento&#8221;, estudo sobre a personalidade burocrática. Também é professor de Antropologia na Universidade da Califórnia em Berkeley e de estudos culturais na New School of New York. </span></p>
<p><ul id='postTabs_ul_91' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_91' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,91)'> Site</a></li>
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<li id='postTabs_li_3_91' ><a href='javascript:postTabs_show(3,91)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_4_91' ><a href='javascript:postTabs_show(4,91)'> Comentários</a></li>
</ul>

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</p>
<p><a href="http://contardocalligaris.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/contardocalligaris.blogspot.com');" target="_blank">Blog não oficial</a></p>
<p></div>

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<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Hipótese      sobre o fantasma</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Atmed, 1986) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Introdução      a uma Clinica Diferencial das Psicoses</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Artmed, 1989) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Crônicas      do Individualismo Cotidiano</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Ática, 1996) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Hello      Brasil</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Escuta, 2000 [6ª ed.]) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">A      Adolescência</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (coleção: &#8220;Folha Explica&#8221;, Publifolha, 2001) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Terra de      Ninguém</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Publifolha) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">IIha      Deserta</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Publifolha, 2003) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Cartas a      um jovem terapeuta</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Alegro, 2004) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Conto do      Amor</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Companhia das Letras, 2008) </span></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Quinta      Coluna</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> (Publifolha, coletânea de textos publicados no jornal Folha de São Paulo,      no caderno Ilustrada)</span></li>
</ul>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_91'>
</p>
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<p><![endif]--></p>
<h3><span style="font-size: 12pt; font-family: ">Crimes insignificantes </span></h3>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: ">É viável uma sociedade em que preocupações morais substituem as normas jurídicas? </span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: "><br />
A <strong>FOLHA</strong> de sábado passado (reportagem de Felipe Seligman e Sofia Fernandes) noticiou que, ao longo de 2008, o Supremo Tribunal Federal julgou 14 casos em que considerou &#8220;insignificantes&#8221; os crimes cometidos: as ações penais deveriam ser arquivadas e os culpados que estivessem presos deveriam ser soltos.</span></p>
<p>O que é um crime insignificante? Primeiro, o que foi roubado ou destruído deve ser uma bagatela, ou seja, pouca coisa (claro, a bagatela não pode ser definida de vez: o que é pouca coisa para mim pode não ser para você).</p>
<p>Segundo, ajuda o fato de que o crime tenha sido perpetrado, como notou o ministro Carlos Ayres Britto, por &#8220;extrema carência material&#8221;. Por exemplo, seria insignificante roubar o básico se você e sua família passam fome. O ministro Celso de Mello acrescentou que o sujeito assim isentado não deve apresentar &#8220;nenhuma periculosidade social&#8221; (isso, claro, é uma previsão).</p>
<p>A questão não é concordar ou não com as decisões do STF: existem crimes que nos parecem pouco relevantes e pelos quais achamos injusto que um cidadão seja encarcerado -sobretudo, muitos acrescentarão, considerando o bando de criminosos bem mais relevantes que andam livres pelas nossas ruas. Isso sem contar a superlotação do sistema carcerário.</p>
<p>O que me interessa é que as 14 decisões do STF constituem uma espécie de marco. Imagino facilmente um juiz de primeira ou segunda instância ponderando alternativas mais morais do que propriamente jurídicas: &#8220;Se encarcero este homem, o que acontece com suas crianças? Ou então, se eu o encarcero, será que faço do crime seu destino, enquanto seu comportamento foi excepcional, ditado por circunstâncias extremas?&#8221;. Há mesmo situações que a lei não pode contemplar e que pedem uma avaliação &#8220;humana&#8221;, quase afetiva. Mas, visto que as decisões emanam do Supremo, é como se, desta vez, a preocupação moral alterasse ou substituísse a norma jurídica. Isso é uma novidade. Devemos festejar? A verdade é que não sei.</p>
<p>Os psicólogos conhecem os dilemas que Lawrence Kohlberg inventou, nos anos 70, para medir o desenvolvimento moral das pessoas. O primeiro deles podia ser resumido assim: &#8220;É errado roubar remédio se seu filho está doente e você não tem recurso algum?&#8221;. Hoje, o STF parece responder que se trataria de um erro insignificante. Para Kohlberg, essa resposta tem uma qualidade moral superior àquela que diria que, necessidade ou não, bagatela ou não, roubar é proibido.</p>
<p>Agora, Kohlberg media a qualidade do pensamento moral, ou seja, a complexidade do foro íntimo das pessoas. Ele não pedia que, na hora de dar suas respostas, os sujeitos testados apreciassem a legalidade das condutas avaliadas -por uma razão simples: em nossa cultura, a esfera pública da legalidade é separada da esfera privada da moral.</p>
<p>Já faz alguns séculos que a ideia de justiça se desvinculou da ideia de legalidade: o que nos parece justo não coincide necessariamente com o que é legal. Podemos achar, sem contradição, que uma lei é injusta; e nosso tribunal interior é mais importante, para nós, do que o veredicto de uma corte. Essa maneira de pensar é um dos traços gloriosos da modernidade ocidental.</p>
<p>Na reportagem que citei, Britto declara que o STF recorreu a uma distinção entre o formal e o material: algo pode ser crime formal, mas não material (o concreto é mais importante do que a letra). A consequência vem a seguir: o ministro também declara que, no caso do crime de bagatela, foi afastada &#8220;a ilicitude do caso&#8221;. Ou seja, a consideração moral concreta acabou com a ilegalidade abstrata do ato.</p>
<p>Muitos especialistas em segurança pública recearão as consequências dessa posição, pois vários estudos mostram que o crime se expande lá onde as simples infrações não são reprimidas: se é tolerado que a gente urine nos cantos, então haverá quem assaltará -como se a &#8220;generosidade&#8221; da lei comprovasse sua ausência ou seu sono. Mas, fora essa consideração, as decisões do STF revelam um impasse específico da modernidade. Uma sociedade regida pelo foro íntimo seria, provavelmente, mais justa do que uma sociedade governada pela letra da lei. Mas será que ela é possível? Será que somos capazes disso? Será que somos homens à altura dessa esperança?<br />
Essa pergunta é, por sua vez, um dilema moral -ao qual, obviamente, não sei responder.</p>
<p><em>Artigo publicado na Folha de São Paulo em 26 de março de 2009.</em></p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_91'>
</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be3b0e3"><a href="http://www.vimeo.com/4545825" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/4545825</a></p>
</div>
<p></div>

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</p>
<p></p>
</div>

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		<title>018 &#8211; Ugo Giorgetti</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 21:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quadra Onze</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 018
Exibido em: 28 de março de 2009

Entrevistado: Ugo Giogetti

 

Ugo Giorgetti é cineasta. Grande parte de seus filmes se passam na cidade de São Paulo e, embora mostrem uma leve ironia e bom humor, em geral, todos buscam explorar de alguma forma a questão da transformação de São Paulo e do Brasil.
Ugo também publica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>018</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>28 de março de 2009<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Ugo Giogetti<br />
</strong></p>
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<p>Ugo também publica, sempre aos domingos, uma coluna sobre futebol no Jornal O Estado de São Paulo .</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span><strong>:</strong> Mavotsirc</p>
<p><ul id='postTabs_ul_86' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_86' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,86)'> Filmografia</a></li>
<li id='postTabs_li_1_86' ><a href='javascript:postTabs_show(1,86)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_2_86' ><a href='javascript:postTabs_show(2,86)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_3_86' ><a href='javascript:postTabs_show(3,86)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_86'>
</p>
<p>2006 &#8211; Boleiros 2 &#8211; vencedores e vencidos</p>
<p>2002 &#8211; O príncipe</p>
<p>1998 &#8211; Boleiros &#8211; era uma vez o futebol</p>
<p>1995 &#8211; Sábado</p>
<p>1989 – Festa</p>
<p>1986 &#8211; Quebrando a cara</p>
<p>1985 &#8211; Jogo duro</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_86'>
</p>
<p><a href="http://www.spfilmes.com.br/equipe.aspx?Node=8" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.spfilmes.com.br');" target="_blank">SP Filmes</a></p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_86'>
</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be46ceb"><a href="http://www.vimeo.com/4472439" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/4472439</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_86'>
</p>
<p></p>
</div>

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		<title>016 &#8211; Eduardo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 04:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 016
Exibido em: 10 de dezembro de 2008

Entrevistado: Eduardo
Compositor e intérprete do grupo Facção Central, Eduardo conviveu desde a infância com violência social, tráfico de drogas, vícios, violência policial e presídios. Um passado violento transformado em fonte de inspiração e traduzido em compoisções contudentes que relatam a realidade cotidiana das camadas mais baixas da sociedade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>016</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>10 de dezembro de 2008<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Eduardo</strong></p>
<p>Compositor e intérprete do grupo Facção Central, Eduardo conviveu desde a infância com violência social, tráfico de drogas, vícios, violência policial e presídios. Um passado violento transformado em fonte de inspiração e traduzido em compoisções contudentes que relatam a realidade cotidiana das camadas mais baixas da sociedade, além de criticar duramente aqueles que, na visão de Edurado, seriam os causadores dos problemas discutidos nas letras das canções.</p>
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</span></p>
<p><strong><ul id='postTabs_ul_78' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_78' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,78)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_1_78' ><a href='javascript:postTabs_show(1,78)'> Trabalho</a></li>
<li id='postTabs_li_2_78' ><a href='javascript:postTabs_show(2,78)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_3_78' ><a href='javascript:postTabs_show(3,78)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_78'>
</strong></p>
<p><a href="http://faccaocentral.rapnacional.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/faccaocentral.rapnacional.com.br');" target="_blank">Facção Central</a><a href="http://glaucomattoso.sites.uol.com.br/indexns.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_78'>
</strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-large;"><strong>tensão</strong></span></p>
<p>Machucado sangrando sufocado<br />
Dentro do porta-mala do meu bmw<br />
Um ladrão no  volante rindo a toa<br />
Outro com meu cartão e minha esposa<br />
Obrigando ela a  sacar meu dinheiro no caixa<br />
Com a mira laser nas costas nove cromada<br />
Não  tem como gritar nem dar alarme<br />
Já premedito flores a benção do padre<br />
Por  que não fui morar na europa?<br />
Grande merda essa blindagem foi só abrir a  porta<br />
Que o monstro da notícia que pra mim era fictício<br />
Pulo deu coronhada  extremamente agressivo<br />
Talvez seja algum moleque que eu não dei  esmola<br />
Fechei o vidro na cara, tchau porra sai fora<br />
Agora vejo o que  resulta a barriga cheia de ar<br />
Do filho da faxineira cortando minha  jugular<br />
Ações imóveis conta no exterior<br />
Quando o oitão ta na cabeça nada  disso tem valor<br />
Será que o fim vai ser igual filme jornal mulher  estuprada<br />
Com o marido assistindo e eles dando risada<br />
Cada ação preventiva  da porra da polícia<br />
Tão num bar comendo coxinha, só vem quando virem  carniça<br />
Querem meu sangue pra encher uma panela vazia<br />
Esse é o preço pela  indiferença cobrado pela periferia<br />
2x o clima é tenso a chance é muito  pouca<br />
Vou terminar o dia com um tiro na boca<br />
Sente o ódio do diabo que  você ajudou a criar<br />
Agora, dono do jato, é muito tarde pra chorar<br />
Cala a  boca doutor não da mais nem um pio<br />
Se não te mando com tua vaca<br />
Pra puta  que o pariu<br />
Vai ter pivete órfão no morumbi<br />
Caixão com alça de outro  assinado por mim<br />
Diferente de você não tenho bmw<br />
Só um cômodo no barranco  que com a chuva ta soterrado<br />
Teu filho vai pra escola com vigia  detector<br />
Enquanto o meu não tem aula nem professor<br />
Vai ser seqüestrador,  vai matar polícia<br />
E ainda adolescente vai pra mesa do legista<br />
Não uso  grife sapato italiano<br />
Eu não to na moda nem etiqueta tem nos meus pano<br />
O  sonho da minha coroa era me ver com diploma e bíblia<br />
Mas o brasil meu deu o  cano, que faz teu parente virar carniça<br />
Por isso seu sangue não me  comove<br />
Por isso invado a cobertura e abro o boy com a nove<br />
Amarro a  governanta tortura a família<br />
Quero mais dinheiro ai coroa não me  tira<br />
Mataram a esperança só deixam como herança<br />
Uma doze com uma caixa de  bala pra criança<br />
Ia me entender se visse sua filha na esquina<br />
Por cinco  conto no hotel dando a vagina<br />
Então cuzão da um tempo fica quieto<br />
Talvez  se der sorte não vai pra necrotério<br />
2x o clima é tenso a chance é muito  pouca<br />
Vou terminar o dia com um tiro na boca<br />
Sente o ódio do diabo que  você ajudou a criar<br />
Agora, dono do jato, é muito tarde pra chorar<br />
Os  minutos passam, tensão extrema<br />
Será que a minha mulher errou a senha<br />
Me  lembro que um deles é menor<br />
Sé pa joga gasolina e risca o fósforo sem  dó<br />
Eu to ligado que fome e crack faz o bandido<br />
Então por que não  estraçalham a cabeça do político<br />
Não nego minha culpa no menino faminto<br />
Em  vez de cesta básica comprei relógio suíço<br />
Contratei vigia, lancei carro  blindado<br />
Mas se o ladrão ta no banco, não é só eu que sou culpado<br />
A porta  abre um grita, entra logo vaca<br />
Tão dando coronhada porra ela ta  grávida<br />
Agora pensa duas vezes pra comprar o diamante<br />
Pra sua piranha usar  uma noite só no restaurante<br />
Olha a cara dela, toda ensangüentada<br />
Vê do que  é capaz quem vive de migalha<br />
Investir em colete a prova de bala é  ilusão<br />
Minha bala com teflon atravessa ele e seu coração<br />
Enquanto teu  filho tiver na disney e o meu no reformatório<br />
É quatro cinco na sua boca,  autópsia velório<br />
Não chora pelo carro, seguro paga outro<br />
Cataram um boi  sai fora nasceram de novo<br />
Corre pro dp chama seu policial<br />
Só por um  milagre vão me ver no tribunal<br />
O clima é tenso a chance é muito pouca<br />
Vou  terminar o dia com um tiro na boca<br />
Sente o ódio do diabo que você ajudou a  criar<br />
Agora, dono do jato, é muito tarde pra chorar</p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_78'>
</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be51f7f"><a href="http://www.vimeo.com/4752997" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/4752997</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_78'>
</p>
<p></p>
</div>

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		<title>015 &#8211; Glauco Mattoso</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa: 015
Exibido em: 26 de novembro de 2008

Entrevistado: Glauco Mattoso

 

Nascido na capital de São Paulo,  com o  nome de Pedro Silva, tornando-se poeta ao adotar o heterônimo Glauco Mattoso, trocadilho com &#8220;glaucomatoso&#8221;, por ser portador de glaucoma congênito, que o levaria progressivamente à cegueira no início da década de 90. Nos anos 70 integrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>015</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: </strong>26 de novembro de 2008<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Glauco Mattoso<br />
</strong></p>
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<p><![endif]--><span style="font-size: 10pt;">Nascido na capital de São Paulo,  com o  nome de Pedro Silva, tornando-se poeta ao adotar o heterônimo Glauco Mattoso, trocadilho com &#8220;glaucomatoso&#8221;, por ser portador de glaucoma congênito, que o levaria progressivamente à cegueira no início da década de 90. Nos anos 70 integrou a chamada &#8220;Geração Mimeógrafo&#8221; e participou da &#8220;Poesia Marginal&#8221;. Criou um fanzine poético-satírico chamado Jornal Dobrabil (trocadilho com o Jornal do Brasil e o formato dobrável do panfleto, publicado em folhas avulsas) e colaborou em diversos órgãos da imprensa alternativa, como Lampião (tablóide gay), Pasquim (tablóide humorístico), Escrita (revista literária), Chiclete com Banana (revista de HQ), Top Rock (revista musical), etc. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><br />
Sempre esteve voltado à cultura underground e aos temas transgressivos, como o sexo bizarro, o sadomasoquismo, a tortura, a violência no rock tribal e, sobretudo, o lado &#8220;maldito&#8221; da poesia, em seus momentos mais escatológicos e fesceninos</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><br />
A obra poética de Glauco está quase toda inédita ou esparsamente publicada em livretos esgotados e suplementos ou fanzines e no seu site.</span></p>
<p><strong><ul id='postTabs_ul_76' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_76' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,76)'> Site</a></li>
<li id='postTabs_li_1_76' ><a href='javascript:postTabs_show(1,76)'> Trabalho</a></li>
<li id='postTabs_li_2_76' ><a href='javascript:postTabs_show(2,76)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_3_76' ><a href='javascript:postTabs_show(3,76)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_76'>
</strong></p>
<p><a href="http://glaucomattoso.sites.uol.com.br/indexns.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/glaucomattoso.sites.uol.com.br');" target="_blank">Glauco Mattoso</a></p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_76'>
</strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-large;"><strong>soneto            sádico</strong></span></p>
<p>Legal é ver político morrendo<br />
de câncer, quer na próstata ou no reto,<br />
e, pra que meu prazer seja completo,<br />
tenha um tumor na língua como adendo.</p>
<p>Se for ministro, então, não me arrependo<br />
de ser-lhe muito mais que um desafeto,<br />
rogar-lhe morte igual à que um inseto<br />
na mão da molecada vai sofrendo.</p>
<p>Mas o melhor de tudo é o presidente<br />
ser desmoralizado na risada<br />
por quem faz poesia como a gente.</p>
<p>Ele nos fode a cada canetada,<br />
mas eu, usando só o poder da mente,<br />
espeto-lhe o loló com minha espada.</p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_76'>
</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be5d839"><a href="http://www.vimeo.com/4398065" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/4398065</a></p>
</div>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_76'>
</p>
<p></p>
</div>

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		<title>014 &#8211; Beto Brant</title>
		<link>http://interferencia.art.br/2008/11/014-beto-brant/</link>
		<comments>http://interferencia.art.br/2008/11/014-beto-brant/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 19:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programas]]></category>
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		<category><![CDATA[brant]]></category>
		<category><![CDATA[capao]]></category>
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		<description><![CDATA[Programa: 014
Exibido em: 12 de novembro de 2008

Entrevistado: Beto Brant

 

Diretor de cinema, graduado pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Começou sua carreira dirigindo videoclipes como Nem sempre se pode ser Deus, Taxidermia, Será que é isso que eu necessito?, da banda Titãs. 
Depois, dirigiu curtas-metragens como Dov&#8217;e Meneghetti? e Jô, seu  primeiro trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programa</span>: </strong>014</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exibido em</strong></span><strong>: 12</strong> de novembro de 2008<strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Entrevistado</strong></span><strong>:</strong> <strong>Beto Brant<br />
</strong></p>
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<p><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Depois, dirigiu curtas-metragens como <em>Dov&#8217;e Meneghetti?</em></span> <span style="font-size: 10pt; font-family: ">e <em>Jô, seu </em><span> </span>primeiro trabalho premiado. <span> </span>Na sua lista longas estão <span> </span><em>Os matadores, Ação entre amigos </em>e<em> O invasor. </em></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Uma das características do trabalho de Beto Brant é realizar filmes que começam e terminam com reticências, mas que não se tratam de obras abertas. </span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participação</strong></span><strong>:</strong> Maurício DTS</p>
<p><ul id='postTabs_ul_73' class='postTabs'>
<li id='postTabs_li_0_73' class='postTabs_curr'><a href='javascript:postTabs_show(0,73)'> Sites</a></li>
<li id='postTabs_li_1_73' ><a href='javascript:postTabs_show(1,73)'> Filmografia</a></li>
<li id='postTabs_li_2_73' ><a href='javascript:postTabs_show(2,73)'> Extras</a></li>
<li id='postTabs_li_3_73' ><a href='javascript:postTabs_show(3,73)'> Comentários</a></li>
</ul>

<div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_73'>
</p>
<p><a href="http://http://www.dramafilmes.com.br/index.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.dramafilmes.com.br');" target="_blank">Drama Filmes</a></p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_73'>
</strong></p>
<p>* 2007 &#8211; Cão sem dono</p>
<p>* 2005 &#8211; Crime delicado</p>
<p>* 2001 &#8211; O Invasor</p>
<p>* 1998 &#8211; Ação entre amigos</p>
<p>* 1997 &#8211; Os matadores</p>
<p>* 1993 &#8211; Jó (curta-metragem)</p>
<p>* 1989 &#8211; Dov&#8217;e Meneghetti? (curta-metragem)</p>
<p>*1987 &#8211; Aurora (curta-metragem)</p>
<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_2_73'>
</strong></p>
<p>Entrevista na íntegra:</p>
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq4fb6f7be68c37"><a href="http://www.vimeo.com/4311209" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.vimeo.com');">http://www.vimeo.com/4311209</a></p>
</div>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><strong> <!--[if gte mso 10]></p>
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<p><strong></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_3_73'>
</strong></p>
<p><strong></strong></p>
</div>

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